Não é fácil subir a um vulcão de 700mt de altura ainda por cima por caminhos por vezes escarpados e difíceis de trepar, mas foi esse o desafio que aceitámos e ontem de manhã, e pelas 9 lá fomos nós para a base do Gunung Batur, um dos vulcões activos da ilha de cujo topo de vê o maior lago de Bali que não é mais do que uma cratera dum vulcão que há muito deixou de entrar em erupção.
O Puto, o nosso motorista, conduziu-nos até lá e foi à chegada que conhecemos o guia que nos levaria a explorar o vulcão até ao cume: o Magnku. Percebemos logo que o tipo dominava a cena, discreto, com um ar inteligente ficaríamos todos muito surpreendidos no final da expedição com a cultura geral e o espírito do nosso guia. Fizémos um amigo que nos deu vários bónus, ou seja, para além do passeio para os turistas levou-nos a conhecer outros sitios mais recônditos da montanha como sendo crateras abertas com fumo a sair, grutas com morcegos e templos no interior, etc.
A minha empatia com o Mangku começou logo nos primeiros passos da nossa caminhada de 4 horas. Apesar das rugas que tinha ao lado dos olhos adivinhei que tinha 27 anos. Depois disso falou-nos sobre a vida dele, sobre a namorada com a qual vai casar daqui a 8 meses e sobre a qual disse ao meu João "she is not hot she is good" (uma pequena lição de moral), sobre os filmes preferidos dele e sobre as musicas que sabia tocar na guitarra. Pode parecer piroso mas viemos a cantar montanha a baixo musicas dos Beatles, o La Bamba e outras que tais. Depois tive que lhe cantar um fado (ou o pouco que sei dele) para ele saber qual o nosso tipo de música mais conhecido no estrageiro, e lá fiz um esforço enorme para cantarolar o Barco Negro da nossa Amália, que é o meu faduncho preferido, e o nosso amigo ficou com pele de galinha. Não há ninguém no mundo que tenha um mínimo de sensibilidade que não goste de ouvir uma estrofe desta música. Finalmemente leu-nos a mão e, a mim e á minha irmã, perguntou-nos quais eram os nossos pontos fracos (em termos de saúde). E não é que ele tocou-nos em sitios do corpo que nos doeram horrores com um ligeiro toque pelos simples facto desses serem os nervos relacionados com as nossas fraquezas. Incrível.
E para acabar o dia em grande nada melhor do que uma masagem de corpo inteio no gazebo do jardim. Enfim, mais um dia em cheio por terras balinenses.
Hoje chove a potes mas é dia de mudar de poiso e por isso tá-se bem!
Un beso para todos.
Rita
Minhas queridas"filhinhos" e meus queridos Joni e Fabio nem imaginam o prazer que me dá saber que estao a gostar da vossa viagem com os comentários do vosso blogue é cfomo se estivesse aí;que tenho pena de n~qao estar....O Joni continua a ser um "perito"na organização das viagens.Só hoje vos começo a responder pois tenho estado em Troia sem computador,só hoje aproveito o do papi.Está uma manhã especftacular vão fazer hoje 35º e só estamos à espera q2ue a Diana acorde para irmos paqr5a a praia.Não se esqueçam de mandar mais fotos queremos ver essa casa em que estiveram na selva com as casas de banho ao ar livre.Beijos e saudades da mami
ResponderEliminarPois é... os Furama são mesmo assim! De sonho.
ResponderEliminarÉ estupenda essa vossa capacidade de interagir com as gentes de outros países e culturas.
Mantenham os contactos. É brutalmente enriquecedor.
Da Malica e Ricardo, nem sombra. Confesso que já estava à espera.
A Titá sempre a perguntar por vocês. Vou levar-lhe o computador para ela ler o blog. É mais giro.
Grandes beijos aos 4.
Mamma
Obrigada a Mami e Mamma pelos vossos cometarios.
ResponderEliminarUn beso grande as duas e saudades desde a longinqua asia
Rita
Não há longe nem distância com as descrições da nossa Rita! Obrigado por cada vez que leio o blog sentir-me aí, mas... não estou! (esta é a parte má da coisa...)
ResponderEliminarFi,
ResponderEliminarDa proxima vez vens com a malta, esta combinado!
Temos pensado muito em todos vos, obrigada pelos vossos cometarios
beso
Rita