Estamos em Bali faz agora um dia e meio. O shuttle do hotel apanhou-nos no aeroporto e deixou-nos, uma hora depois, naquele que é um dos sitios mais encantadores onde fiquei hospedada. O nome do hotel é Furama, a localização é a 20 minutos de Ubud, a cidade mais importante situada na selva no centro da ilha de Bali. Fomos recebidos com uma uelcome drinki como dizem os
nossos irmãos brazucas e levaram-nos de carrinho de golfe até à "villa". Estamos, os 4 viajantes
, num espaço de 400m2 só para nós, dois quartos envidraçados com banheiras gigantes e chuveiros ao ar livre. No centro um jardim, um sitio para massagens (gazebo) e um pequeno tanque (não posso chamar piscina porque o João não nos deixa) com água agradavelmente tempereda com direito a fonte. E aqui estaremos a pernoitar 3 dias.
A primeira impressão de Ubud foi fantástica: paisagens maravilhosas onde se misturam arrozáis intermináveis, com palmeiras a perder de vista e muito, muito verde. As estradas são mais estreitas que as ruas que vão dar ao castelo de S. Jorge e o trânsito, como era de prever, caótico mas nos estamos safos porque temos motorista, o Putu, que nos leva a todo lado durante o dia e, se quisermos, durante a noite. O Putu já foi repórter fotográfico e captou as imagens do Tsunami em Dezembro de 2004. Depois esteve a servir copos num bar e agora transporta turistas. É um porreiro e tem um sorriso enorme como toda a gente aqui nesta zona da ilha.
Hoje estivemos em milhares de sitios entre templos indus, a monkey forest onde os macacos são muito descarados e pulam para as nossas costas num ápice. Passeamos também pelos arrozais que em algumas zonas são como terraços porque são em escadinha. As mulheres é que dão no duro no campo com aqueles chapelinhos que vemos nos filmes sobre o Vietname. Vimos também uns noivos a serem fotografados num palácio, ela de rosa choque aos beijos ao novo marido e com uma cabeleireira que de foto em foto lhe despejava um quilo de laca no cabelo. Voltamos a ver a noiva 10 minutos mais tarde quando se afastava na rua com umas chinelas medonhas e os saltos na mão (tal e como nós fazemos nos casamentos às 4 da manhã só que com a bela da havaiana).
(este é uma quadro maravilhoso que estava no museu de pintura chamado Neka)
Vou-me despedir e agradecer-vos as primeiras mensagens que deixaram no blog desejando ler mais comentários e saber que estamos a partilhar esta nossa viagem com os nossos amigos queridos.
Besos
Rita
Será que haverá fotos desses 400 m2 para nos colocarem ainda mais inveja do que já colocaram?
ResponderEliminarBeijinhos
Andreia