segunda-feira, 31 de agosto de 2009

3a Fase, 2o Gazebo

Escrevo-vos desde o dreamland villas & spa na praia de dreamland que finalmente descubrimos que nao e um holograma (explicacao fica para a proxima que o Putu esta ja a nossa espera) e que nao querendo repetir a sis: este e sem duvida o melhor hotel onde ja estive!!!

Foi o nosso primeiro meio-dia de praia (30/08)... Praia de dreamland - cujo acesso se faz atraves dum polemico CONDO PROJECT - que pelos vistos e fabulous para o jonhy mas para os nao surfistas e bastante "praia grande meets praia pequena". Porem o nosso primeiro banho no indico soube lindamente!!! Vou deixar que o entusiasmo do jonhy vos contagie qdo ele escrever sobre a praia...

Como pedido tambem envio fotos do 1o gazebo (furama) que deixamos para tras em UBUD! Quero voltar a fazer uma referencia a simpatia dos locals e a 100% disponibilidade do nosso maravilhoso driver PUTU! E por supuesto ao Mangku que foi verdadeiramente genial!!!























(1o Gazebo em UBUD - FURAMA - pool e gazebo)















(1o Gazebo em UBUD - FURAMA - cantinho)







(1o Gazebo em UBUD - FURAMA - banheira ao ar livre)

PS: desculpem os erros mas estou a escrever num PC balinense...

sábado, 29 de agosto de 2009

Magnku

Bom dia amigos,

Não é fácil subir a um vulcão de 700mt de altura ainda por cima por caminhos por vezes escarpados e difíceis de trepar, mas foi esse o desafio que aceitámos e ontem de manhã, e pelas 9 lá fomos nós para a base do Gunung Batur, um dos vulcões activos da ilha de cujo topo de vê o maior lago de Bali que não é mais do que uma cratera dum vulcão que há muito deixou de entrar em erupção.


O Puto, o nosso motorista, conduziu-nos até lá e foi à chegada que conhecemos o guia que nos levaria a explorar o vulcão até ao cume: o Magnku. Percebemos logo que o tipo dominava a cena, discreto, com um ar inteligente ficaríamos todos muito surpreendidos no final da expedição com a cultura geral e o espírito do nosso guia. Fizémos um amigo que nos deu vários bónus, ou seja, para além do passeio para os turistas levou-nos a conhecer outros sitios mais recônditos da montanha como sendo crateras abertas com fumo a sair, grutas com morcegos e templos no interior, etc.

A minha empatia com o Mangku começou logo nos primeiros passos da nossa caminhada de 4 horas. Apesar das rugas que tinha ao lado dos olhos adivinhei que tinha 27 anos. Depois disso falou-nos sobre a vida dele, sobre a namorada com a qual vai casar daqui a 8 meses e sobre a qual disse ao meu João "she is not hot she is good" (uma pequena lição de moral), sobre os filmes preferidos dele e sobre as musicas que sabia tocar na guitarra. Pode parecer piroso mas viemos a cantar montanha a baixo musicas dos Beatles, o La Bamba e outras que tais. Depois tive que lhe cantar um fado (ou o pouco que sei dele) para ele saber qual o nosso tipo de música mais conhecido no estrageiro, e lá fiz um esforço enorme para cantarolar o Barco Negro da nossa Amália, que é o meu faduncho preferido, e o nosso amigo ficou com pele de galinha. Não há ninguém no mundo que tenha um mínimo de sensibilidade que não goste de ouvir uma estrofe desta música. Finalmemente leu-nos a mão e, a mim e á minha irmã, perguntou-nos quais eram os nossos pontos fracos (em termos de saúde). E não é que ele tocou-nos em sitios do corpo que nos doeram horrores com um ligeiro toque pelos simples facto desses serem os nervos relacionados com as nossas fraquezas. Incrível.

E para acabar o dia em grande nada melhor do que uma masagem de corpo inteio no gazebo do jardim. Enfim, mais um dia em cheio por terras balinenses.

Hoje chove a potes mas é dia de mudar de poiso e por isso tá-se bem!


Un beso para todos.

Rita

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

2º fase - Ubud


Caros amigos,

Estamos em Bali faz agora um dia e meio. O shuttle do hotel apanhou-nos no aeroporto e deixou-nos, uma hora depois, naquele que é um dos sitios mais encantadores onde fiquei hospedada. O nome do hotel é Furama, a localização é a 20 minutos de Ubud, a cidade mais importante situada na selva no centro da ilha de Bali. Fomos recebidos com uma uelcome drinki como dizem os
nossos irmãos brazucas e levaram-nos de carrinho de golfe até à "villa". Estamos, os 4 viajantes
, num espaço de 400m2 só para nós, dois quartos envidraçados com banheiras gigantes e chuveiros ao ar livre. No centro um jardim, um sitio para massagens (gazebo) e um pequeno tanque (não posso chamar piscina porque o João não nos deixa) com água agradavelmente tempereda com direito a fonte. E aqui estaremos a pernoitar 3 dias.

A primeira impressão de Ubud foi fantástica: paisagens maravilhosas onde se misturam arrozáis intermináveis, com palmeiras a perder de vista e muito, muito verde. As estradas são mais estreitas que as ruas que vão dar ao castelo de S. Jorge e o trânsito, como era de prever, caótico mas nos estamos safos porque temos motorista, o Putu, que nos leva a todo lado durante o dia e, se quisermos, durante a noite. O Putu já foi repórter fotográfico e captou as imagens do Tsunami em Dezembro de 2004. Depois esteve a servir copos num bar e agora transporta turistas. É um porreiro e tem um sorriso enorme como toda a gente aqui nesta zona da ilha.


Hoje estivemos em milhares de sitios entre templos indus, a monkey forest onde os macacos são muito descarados e pulam para as nossas costas num ápice. Passeamos também pelos arrozais que em algumas zonas são como terraços porque são em escadinha. As mulheres é que dão no duro no campo com aqueles chapelinhos que vemos nos filmes sobre o Vietname. Vimos também uns noivos a serem fotografados num palácio, ela de rosa choque aos beijos ao novo marido e com uma cabeleireira que de foto em foto lhe despejava um quilo de laca no cabelo. Voltamos a ver a noiva 10 minutos mais tarde quando se afastava na rua com umas chinelas medonhas e os saltos na mão (tal e como nós fazemos nos casamentos às 4 da manhã só que com a bela da havaiana).

(este é uma quadro maravilhoso que estava no museu de pintura chamado Neka)

Vou-me despedir e agradecer-vos as primeiras mensagens que deixaram no blog desejando ler mais comentários e saber que estamos a partilhar esta nossa viagem com os nossos amigos queridos.



Besos
Rita

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Thanks SURENDRA!!!

Thank you surendra!
Kuala Lumpur is behind us, but not forgotten. Thanks to surendra we were able to see the town with other eyes and could confirm that local people are truly friendly and nice! Me in particular has to thank him for another thing: I am a spicy lover now thanks to our already explained Indian meal!
Thank you once again for your hospitality and we hope to meet you soon.
Vanessa

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Postleg…




Tenho-vos a dizer que isto de escrever blogs também tem as suas semelhanças ao jetlag… pois escrevi o post esta manhã ao pequeno-almoço (pois a internet apesar de ser um pais tecnológico não funcionava) com papel e lapiz á antiga… e quando o publiquei já estava desactualizado… porém para não sobrecarregar de info apenas publico umas fotos para acompanhar o post da sis…




Fumar no estrangeiro

Hoje escrevo principalmente para os fumadores, aqueles seres incompreendidos em qualquer parte do mundo, incompreendidos pela maioria dos seres que não consomem nicotina e que negam veemente que fumar dê algum prazer.

Eu, como muitos de vocês sabem, raramente fumo mais do que dois cigarros por dia por isso para mim a logística de preparar uma viagem sendo fumadora não me causa nenhum transtorno de maior. De todas as formas para além de tentar sempre fazer a mala de uma forma inteligente tenho sempre em conta os dias que me vou ausentar do país e, se for para algum daqueles sítios onde o tabaco é pornograficamente caro, tento precaver-me e levar mais um macinho de Português Vermelho. Também não sou daquelas que compra volumes convulsivamente nos aeroportos porque o meu vício quase que não justifica o facto de me preocupar com o transporte dos volumes de um lado para o outro, a poupança de uns euritos por maço não justifica a má qualidade do tabaco que se compra nas Caraíbas, por exemplo, isto para quem não fuma é chinês mas acreditem que um Marlboro na Europa arranha a garganta bem menos que em algum outro país tropical daqueles que já tive o prazer de visitar.

Ora bem, mas sem mais introduções ao tema (e sem me estender muito senão a Pipa Silva acha que eu sou uma seca) quero-vos dizer que aqui, na Malásia, os senhores não deve ter imposto sobre o tabaco e isto por várias razões, a primeira e que salta logo à vista é que o maço que comprei ontem não tinha selo e a outra, também bastante óbvia mas, mais do que óbvia muito agradável para a carteira, é que os 20 cigarritos da Marlboro me custaram 11 chiribis (ou seja 11 ringints = 2 euros e poucos cêntimos). Que maravilha dirão os meus amigos fumadores (que são muitos) e o melhor é que o belo do cigarro não sabia a chumbo. Mas nem tudo são rosas para os fumadores na Malásia.

Quando o maço veio para a mesa estávamos todos a apreciar mais uma das grandes vistas da cidade desde o Luna Bar, no 33º andar (por coincidência o mesmo andar do Sky Bar) e fiquei agoniada no minuto em que vi o maço: um pé com gangrena de 3º grau (se é que se pode dizer assim) e uma frase inteligível imagino que a dizer “fumar provoca gangrenas de terceiro grau absolutamente incuráveis como esta que aqui se pode ver”. Partilhei a imagem com os meus companheiros de viagem e a minha irmã apressou-se a rasgar a Time Out e a forrar a gangrena com a máxima rapidez enquanto eu reflectia “será por estes motivos que as pessoas vão deixar de fumar… não me parece”.

Enfim, ultrapassado o trauma inicial lá fumei mais um cigarro sentada a beber o meu daikiri de morango, digam lá amigos que não sabe bem fumar sentadinhos num bar ou num restaurante no final da refeição?

E aqui acabada a crónica de hoje dizendo-vos apenas que o meu jetlag está totalmente superado e que hoje até me tiveram que acordar para não perder os maravilhosos beans à inglesa do pequeno almoço. Amanhã rumamos para Bali, mais concretamente para Ubud que e uma zona de selva no meio da ilha onde espero não encontrar muitos insectos, muitos menos borboletas. Kuala ainda não terminou mas já fica a saudade da simpatia dos malaios que entre muçulmanos, chineses e malaios de gema fazem desta cidade um verdadeiro melting pot de culturas.

Besos e saudades
Rita


Second day, my first spicy!

Eu, ao contrário dos meus beloved companheiros de viagem, curei o meu jetlag já no avião… o truco: pôr o relógio na hora de destino e encarnar assumidamente essas horas (porém creio que é mesmo de meu metabolismo que dorme a qualquer hora e em qualquer sitio… pois mesmo ontem com uma vista magnífica num bar fashion com um cocktail à minha frente consegui adormecer – já tinha acabado o cocktail of course!).

Bem, não era disso que vos queria falar pois a minha mana já vos contou…
O meu post é basicamente referente à primeira refeição picante da minha viagem (e da minha vida)! Graças ao Surenda – colega do João da accenture - fomos almoçar a um sitio que nunca iríamos sozinho… para que palavras, vejam as fotos:









A minha primeira folha de bananeira (o prato lá do sitio) tinha um apetecível bichinho encima, mas o simpático empregado fez-me o favor de troca-la (por uma lavadinha com uma agua castanha fantástica)! Como sabem, não sou muito fã de picante, porém como estava num restaurante indiano decidi não ser mariquinhas (como diz o jonhy)! Mandei vir 2 cokes e toca ajudar a carne mais picante da minha vida com arroz… vou-vos dizer que custou mas até gostei daquela mistela!!!

PROVA SUPERADA!!! E sem nenhuma consequência, até agora!!!! Bem o jonhy (“mariquinhas”) parece que teve ali qualquer coisa revolta mas nada que não passasse com um shusito de fusão á noite no Joko’s (supostamente o japonês mais popular de KL).

Para finalizar, mas não menosprezar: não queria deixar de fazer referencia á simpatia dos locals! Que gente simpática, really!!!

Besos a todos e até breve!

Obrigado pelos vosso comments, é mesmo divertido ler-vos!!!

Vanna

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Lost in Translation?

Caras amigas e amigos,

A experiência de escrever as aventuras das férias cativou-me, como muitos de vocês sabem, no ano passado durante a road trip que eu e o Mê João fizémos nos States. Foi maravilhoso partilhar, em Agosto de 2008, todas as aventuras que tivemos e poder saber as vossas opiniões, algumas invejosas, mas sempre escritas com muito carinho.

Pois bem, trata-se agora de uma viagem bem diferente, não estamos em nenhum dos países ocidentais nos quais tão confortavelmente nos movemos, falamos, comemos, pedimos indicações e apreciamos. Estamos no oriente e apesar de ser um oriente muito “civilizado” estamos definitivamente num mundo diferente àquele ao qual estamos habituados.
O João explicava-nos há pouco, a mim e aos outros dois aventureiros (a minha querida irmã e o meu estimado cunhado – a Vanessa e o Fábio) que por ter já estado por várias vezes em terras orinetais tinha reparado que eles – os locais - já seja na China ou no Nepal , não têm o mesmo tipo de racioncínio que nós e parece que não compreendem logo à primeira aquilo que lhes estamos a pedir. O facto atrás mencionado não faz deles menos inteligentes, são simplesmente diferentes.

Decidimos este ano vir para Bali, de caminho estamos em Kuala Lumpur, na Malásia, e este saltinho ao mundo oriental foi apenas mais uma oportunidade que surgiu, assim como todas as viagens que tenho feito ao longo dos últimos oito anos com o João, não têm sido mais do que oportunidades agarradas com unhas e dentes e excutadas com a maior das naturalidades e alegrias. Já que vamos a Londres, dissemos, ao casamento dos nossos queridos amigos Anna e João (que foi por sinal o maior sucesso) aproveitamos que a prima Malica está em Timor e lá vamos nós para aqueles lados passear durante 15 dias. Ainda pensámos juntar-nos à viagem da Ana Clara, Ricky, Edu e Marta, que foram explorar a Escócia mas pensando melhor…. E a praia? OK vamos para Bali, o voo faz escala em Kuala Lumpur, ficamos lá uns dias, e depois vamos para a meca do surf onde espero que o João não saia de maca…

A viagem começa em Newboury, no domingo, acordámos com alguma dificuldade já que o casamento do Jony fez com que só nos deitássemos às 2:30. Pequeno-almoço, malas, lavar os dentes e lá vamos nós num daqueles carros que têm o volante à direita e por isso se conduzem ao contrário. Tudo bem até depois de pormos gasolina, assim que saimos da bomba uma fila enorme, nas três fachas sem vim à vista, eu, como é hábito comecei logo a stressar e o João, como é habito, disse-me aquelas palavras sábias que não reconfortam mas que convidam a fumar um cigarro em total descompressão que foram “não é por tu stressares que vamos apanhar ou não o avião, relaxa” e assim fiz com a ajuda do meu cigarrito que fumei com gosto e mesmo antes do apagar a fila já tinha terminado e estávamos outra vez a rolar em direcção a Heathrow.

Chegámos à sala de embarque, como sempre, à tangente onde nos esperavam esses grandes madrileños que nos acompanham nesta viagem e que tinham acordardo às 4:30 para apanhar um voo da Ibéria que os levasse até ao Boeing 747 da Malsyan Airlines que nos havia de voar até à Malásia. O avião completamente cheio saiu à hora marcada cumprimdo o lema duma companhia espanhola que pomposamente reclama que: “nuestro objetivo és la puntualidad”, não passando disso mesmo, um objectivo.

12 horas e meia é o que demora o transporte que atravessa toda a Europa, Medio Oriente, os Himalaias e depois o Oceánico Indico até chegar ao nosso primeiro destino. 1º impressão: boa. Saimos do avião, passamos os passaportes sem problemas e as malas lá estavam para me grande gáudio, essa, depois da parte de levantar voo, é para mim a experiência mais difícil de viajar de avião, mas lá vieram os meus pertences e quando vi a minha mala até dancei um pouco do Weague weague para a minha irmã. Uma hora de caminho até à cidade e lá ao fundo já se viam as famosas Petrona Towers, as Twin cá do sitio (nós também temos umas) lindas de morrer com a sua ponte a meio que fazem sempre recordar aquel filme do 007 que agora não me recordo o nome.

Chegados ao hotel de 4 estrelas recomendado pelo Surrenda, um amigo malaio do João, a recepção não augurava nada de bom, quando entrámos nos quartos as suspeitas mais negativas confirmaram-se: carpetes asquerosas, lençõis mal lavados, pó em tudo o quanto era sitio e não vos falo das manchas no somier e no sofá porque não quero entrar em detalhes sórdidos (ok desculpem já o fiz…). Eu a morrer de vontade de tomar um banho ainda comecei a desfazer a mala mas o João chamou-me à razão e, ligeiramente a espumar da boca gritou: “mas tu achas que vamos ficcar nesta espelunca!!! Esquece vamos embora, faz a mala!” E assim foi depois de eu ter tirado 4 coisas da mala e do Fábio quase ter tido um espasmo quando abriu a porta da casa de banho juntamos as nossas embambas e dirigimo-nos ao hotel que marcamos facilmente no booking.com, ao mesmo preço (40€ por noite) mas de 5 estrelas e com um nivel acima do Hotel anterior que se chama, para que conste, Dinasty. Estamos agora no The Legend Hotel onde chegamos por volta das 11:30. O João tomou uma banhoca e aterrou, eu fui com os outros dois viajantes para o lugar mais seguro onde se pode almoçar numa cidade à qual acabámos de chegar: o Mc Donalds. Depois de um duplo cheese burger e alguns noguets fomos ao centro comercial onde vimos e constatamos aquilo que já tinhamos visto no aeroporto à chegada: os gajos andam um bocado histéricos com a gripe e muita gente usa máscara, quais cirugiões prestes a operar, lá nadam eles todos contentes com as suas mascarilhas, já sabemos que a técnica para afastar qualquer pessoa indesejada: espirrar efusivamente três vezes sem pôr a mão à frente da boca.

Depois do Mc sestinha de 4 horas e depois disso Pato à Pequim no Mandarim Oriental e outras iguarias que fizeram o nosso dia. Depois do repasto fomos ao Sky Bar, um dos porque há vários, e subimos ao 33º andar para nos sentarmos numa mesa ao lado de uma piscina com vista para as Petronas todas iluminadas nos seus oitenta e tal andares, estámos em grande partilhei com a minha mãe por sms.

E assim foi o nosso primeiro dia de férias (como é bom dizer isto). Neste momento são 21 aí em Lisboa, por cá são 4 da manhã e o meu comprimido para dormir foi claramente insuficiente para a noite toda, as 15mg só me ajudaram a dormir uma sestinha de 4 horas e agora estou pronta para correr a maratona (nota-se não acham, depois destes 20 parágrafos podem imagina o sono que não tenho – maldito jet lag). Estou a fazer um estudo comigo própria para analisar se este jet orinetal é pior que o ocidental, acho que quando vou para os caribes ou para os states e é mais cedo e não mais tarde como aqui, é mais fácil adaptar-me mas este estudo so estará concluído após anos e anos de pesquisa que agora começam com esta que é a minha primeira viagem até ao Oriente.

Besos
Rita